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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

5 coisas que aprendi em 2017

Já estamos em 2018 e ao que me parece (e claro se espera) será um ótimo ano.  Mas o que adianta esperar mudanças e prosperidade em um novo ano se você não aprende ou leva as lições do ano anterior? Então resolvi deixar aqui as 5 coisas que aprendi em 2017 e espero levar com amuleto para os próximos anos.

01-  Faça Metas!

Já havia uns dois anos que eu deixava a vida me levar, e assim eu era apenas um cara guiado por vontades e desejos momentâneos. Viver assim é lindo, é da paz, mas uma hora você acorda e acaba tendo frustrações. Não faça planos, trabalhe com metas. Assim você terá mais rápido os resultados e consequentemente chegará no seu atual objetivo.

02- Guarde Dinheiro

Eu sou um cara que ama gastar dinheiro. Vamos combinar que comprar da um prazer do caramba, mas nem tudo o que ta de promoção é barato ou realmente precisa. Uma vez li que dinheiro traz liberdade e essa frase foi uma das frases mais libertadoras em 2017. Guardar dinheiro, é a certeza de que um dia você terá completamente todo o controle da sua vida em suas mãos. Economize! 

03- Não Perca Tempo com o irreversível 

As vezes alguns problemas batem na nossa cara e ficamos desesperados sem saber  o que fazer e acabamos levando, sem solucionar. O que eu aprendi com isso é que não tem como se livrar de problemas sem os encara-los. Não tente mudar o que já ta feito, tente amenizar as consequências. "Eu não sofro mais pelo irreversível, o que não tem solução, solucionado está!" by Fernando Escariao.
04 - Sonhos mudam, renovam, transcendem 

Eu sempre quis ser um cantor famoso com milhares de fãs, dinheiro, shows e tudo o que um aspirante ao sucesso deseja. Mas eu também sempre quis ter estabilidade, família, filhos, carro, casa,dinheiro. Quero também ser médico e poder cuidar das pessoas e mostrar que é possível transformar o mundo com apenas uma iniciativa, primeiro passo, e claro pelo dinheiro da profissão. Ou seja, dinheiro é o foco, mas sem foco eu não consigo fazer nenhuma dessas alternativas, então optei para a que dependia apenas de mim. E tudo ok mudar, você não precisa ficar preso a apenas um sonho, assim como você não precisa desistir dele também, mas sempre coloque na balança até onde você iria pra realizar e se vale a pena também. É aquela questão da balança...

05- Não temos controle da vida, mas podemos perdê-la pelas consequências 

Bem grande né? Mas é verdade. Em 2016 Perdi minha outra vó e acabei percebendo de vez que pessoas morrem, elas se vão. Mas em 2017 perdi minha prima de 18 anos em um acidente de trânsito. Vi que é impossível prever quando isso vai acontecer. A morte está por aí, você querendo ou não. E ela pode te levar por causa das consequências de ações que fazemos. Dirigir bêbado, não usar o cinto, sair sem precaução e por aí vai. Mas não fique com medo, só tenha mais cuidado.

Bônus

06- Amizades se transformam 

Sabe aquela coisa de: Não precisa falar todo dia, não precisa sair todo fim de semana e etc. Então, é isso mesmo. Amizade verdadeira não acaba por pouco contato, ela acaba por mudanças, personalidades, ideais e por aí vai. Assim como amores também. Os opostos se atraem, mas não conseguem ficar juntos por muito tempo. Ah então não era verdadeira? Era! até quando tinha que ser, até quando o momento e a vida permitiu. Então nada de alimentar ou prender o que não da mais pra ficar. Deixe ir e se voltar, voltou.

Então essas foram algumas das várias coisas que aprendi em 2017. Eu poderia escrever por horas, mas já é 02:03 da manhã e preciso dormir. Espero ter ajudado e se não ajudou fazer o quê né? Fica pra próxima um bjo desse blogueiro e até a próxima.

XOXO da Garota do blog 


quarta-feira, 4 de maio de 2016

A responsabilidade de ser um irresponsável

Quando temos dezoito ou dezenove anos pensamos de uma forma, aos vinte ou vinte e um de outra e eu agora com vinte e dois caminhando para os vinte e três anos estou pensando de uma forma totalmente diferente do que há três quatro anos atrás. Ainda estou me perguntando porque eu não resumi isso tudo até agora dizendo que eu hoje com vinte e dois já tenho um pensamento diferente dos meus dezenove, mas enfim continuemos.

Estou em uma fase em que a segurança fala mais alto do que qualquer sonho que eu tenha. Mesmo que eu tenha vontade de largar tudo e viver na "praia", sei que existem consequências para tal ato. Segurança a qual me refiro é nada mais ou nada menos que estabilidade. Infelizmente não tenho mais os meus dezenove anos onde eu pensava de uma forma mais despretensiosa e que o impulso falava mais alto. 
Eu não sou o tipo de cara que manda tudo a merda e muito menos abre uma garrafa de cerveja depois daquele dia chato. Eu tenho a consciência de que mandar as coisas a merda ou me embriagar não resolverá nenhum problema, muito pelo contrário, vai piorar mais. Tenho vontade? Ás vezes, mas não combina comigo, devo confessar que a linha rebelde e menos calculista não combina em nada com a minha personalidade.

Tenho sonhos? Sim vários, mas eles apenas me propõem um futuro, pois o real é aqui, agora.

Por isso se você tem dezoito anos por aí, o meu maior concelho é: Aproveite! yaas, aproveite pois passa. Me sentindo o tio agora, mas é a verdade, aquela famosa frase "cabeça nas nuvens, e os pés no chão'' nunca fez tanto sentido pra mim como hoje. Até pra ser irresponsável deve se ter um tipo de responsabilidade, nem que seja pela consciência. Talvez amanhã eu possa mudar de ideia e sair por aí mandando um foda-se pra todo mundo, mas amanhã já é outro dia. 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Azar no jogo, azar no amor e sorte no azar

Enfim estamos em dezembro, último mês do ano negada (graças a deus!), e que ano foi esse viu. 2015 antes de entrar no calendário deve ter pensado: "Eu vou pra arrasar" a vida de todo mundo claro. Vocês não tem noção de quanta gente já veio reclamar de 2015 por ele ser isso ou aquilo.  Eu não tenho superstições, pra mim tanto faz se ele é bi sexto, par, impar ou o que for, sempre tento pensar que o próximo ano vai ser melhor do que o que passou e me jogo, sem medo. Mas tenho que assumir, esse deu ruim.

Esse ano consegui bater todas as metas que eu havia proposto pra mim (obvio, que, era, pra, mim) chegou junho-julho e já tinha conseguido viajar, estava bem com o emprego e a saúde legal, dinheiro a gente já acostuma com a situação precária, então nem crio expectativas, deixo acontecer. 

Nesse ano também perdi muitas apostas 100or, não, o que foi isso?  Eu apostei horrores na mega-sena e perdi horrores também. Se a tentativa era ficar rico me dei mal, joguei dinheiro fora, poderia ter aproveitado esse dinheiro pra ter feito outra coisa, mas enfim, joguei, perdi.

No amor foi só o desastre, vocês sabem né? até porque se esse blog existe foi por causa de todos esses desastres aí. Mas eu já previa que ia dar merda, só por ter passado a virada do ano (2014-2015) feito bobo discutindo com o crush por coisas sem sentido, sem razão. Relacionamento comecei aos montes e terminei também, mas eu aprendi muito pra poder ir atrás do que eu realmente quero e espero.

Mas no final eu estou muito feliz só por estar vivo e cumprindo, realizando meus sonhos e indo atrás deles. O ano pode ter sido ruim, mas a minha vida não. Então vamos aproveitar esse último mês de 2015 e tentar fechar com chave de ouro, pois ainda dá tempo de você se mexer pra poder falar "é até que não foi tão ruim assim" basta querer!

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. Tá bom linda? beijo." - Chico Xavier

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Quando chega a hora

Eu sempre fui do tipo que corre atrás do que quer, sempre, mas nem sempre fui aquele tipo que não ligava para os julgamentos alheios. Demorei aprender a ignorar as pessoas que falam que tudo é difícil ou "impossível". Se existe sonho e esperança é válido lutar, ir atrás. Mas o medo é uma semente que nos acompanha. Talvez ele (o medo) seja necessário para que possamos analisar tudo e não agir por impulso, mas é algo que não deixa de nos atrapalhar.

Acho que eu nunca contei isso a ninguém, mas vamos lá. Quando eu tinha uns 12-13 anos eu sonhava em poder cantar na escola onde eu estudava. Eu sabia que tinha uma boa voz, sabia que conseguiria impressionar alguém. Lembro que na época tinha vários eventos com música, ou projetos com, mas eu nunca me achava o suficiente, na verdade o meu medo  era maior que a minha vontade de fazer qualquer coisa. Eu sofria muito bullying então imagine como era complicado pra mim, uma criança, entrando na pré-adolescência enfrentar uma escola inteira. Fora que a escola só escolhia os mesmos alunos pra cantar ou fazer algo do tipo, tanto pra concursos que existiam fora, quanto os de dentro. Foi nessa mesma escola, que um grupo de alunos que não gostavam de mim, jogaram todas as minhas coisas na lixeira. Imagine você chegar o intervalo e ver todas as suas coisas no lixo. Imagine então como eu conseguiria cantar pra essas mesmas pessoas?

Quando mudei de escola e fui para o ensino médio eu vi novamente a oportunidade de poder cantar e mostrar para as pessoas que o meu sonho era aquele. Mas novamente o medo me atrapalhava, eu só conseguia cantar quando tinha algum trabalho com música nas aulas de inglês. Só a minha sala sabia que eu sabia cantar, e mesmo assim não era muito fácil me apresentar ali. Imagina você cantar na frente daqueles garotos que se acham o tal. Eles sabem que você canta bem, sabem do seu talento, mas a vontade de poder te atingir é sempre maior que o reconhecimento disso. 

Enfim foi na faculdade que consegui encontrar conforto pra poder mostrar quem eu era e qual era o meu sonho. Foi a partir da faculdade que encontrei pessoas que acreditaram em mim, que consegui gravar minha primeira música e expandir tudo o que eu sabia. E foi lá  que consegui me apresentar pra faculdade inteira em um auditório cheio. Quando me perguntaram se eu queria me apresentar, o sim foi na hora. Foram 19 anos esperando esse momento, e ele finalmente havia chegado.

Hoje eu já cantei em vários lugares e estou a cada dia mais confiante do que aquele garoto de 6 anos atrás. O medo sempre vai existir, as más lembranças também, mas a vontade de fazer tudo dar certo é maior a cada dia. Ninguém pode tirar o que já é seu, e espero que você assim como eu lute pelo que sonha, pelo que deseja e acredita. Somos apenas mais um brasileiro lutando por um sonho e esperamos pelo grande dia em que toda a fantasia vai se tornar real.




segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Mais uma primavera

Hoje eu completo mais uma primavera em vida. Obrigado Deus por me dar mais um dia pra poder tentar, pra poder rir, me sinto grato por tudo e feliz por poder respirar.

Minhas primaveras passadas em hipótese alguma eram boas. Poderiam até ser, mas eu não via alegria. Meus amigos e familiares tentavam, mas eu nunca estava pleno ou feliz. Sempre estava depressivo por pensar demais, por me cobrar demais e tudo era demais. Era um inferno astral que insistia em não ir embora. Era como se eu juntasse todas as tristezas do ano e dos que já haviam passado e escolhesse a data de hoje pra poder me martirizar. 

Mas uma hora ou ano, o jogo sempre vira (não é mesmo queridinha?) Hoje sou outra pessoa, e assim será. Agradeço os dias ruins pra poder comemorar os bons. Espero continuar assim. Espero lutar mais ainda por todos os sonhos que ousei sonhar.

22 anos, como passa rápido! Parece que foi ontem que eu estava contando as horas pra chegar meus 18 anos e olha só. É hora de recomeçar e principalmente correr e correr pra poder chegar.

I don't know about you, But I'm feeling 22 <3 

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Algumas pessoas são promessas, outras não passam disso.


Quando somos pequenos sonhamos muito, e muitas vezes carregamos esses sonhos com a gente até a vida adulta ou até quando nos esgotam as forças de poder suportar eles. Nesse processo ou caminho sempre vamos ouvir as pessoas falarem pra você correr atrás de seus sonhos e lutar por eles, mas dificilmente você vai encontrar outras pra poder te falar que querer realizar um sonho é uma coisa, ter potencial pra executá-lo é outro.

Vamos imaginar um menino que sempre sonhou em ser bailarino. Ele tem o grande sonho em entrar em grandes companhias de danças como: American Ballet Theatre, Bolshoi, Joffrey Academy etc. Ele saiu do interior de um estado e foi pra grande capital. Faz aulas e mais aulas de dança, apresentações e mais apresentações, mas ele não consegue o mesmo desempenho, prestigio do público e  nem o grande interesse de outros professores para que possa o indicar a grandes companhias, como alguns de seus colegas que conseguem.



Ele é bom? sim, ele é bom. Se dedica? Sim e muito. Então o que acontece com ele? Por que  não consegue? O que acontece é bem simples. Algumas pessoas são grandes promessas, e outras não conseguem passar disso. E as vezes precisam escolher outros caminhos, mesmo que essa decisão seja difícil e dolorosa. No caso desse menino, ele pode não ser um grande dançarino e também não se apresentar em grandes palcos, mas ele pode aprender técnica o suficiente pra poder ensinar outros garotos e garotas pra quem sabe chegar onde ele não consegue. E isso não acontece só em sonhos, também acontece com relacionamentos, amizades e etc.

Tudo é questão de percepção e discernimento. Às vezes é preciso desacelerar pra poder analisar o caminho e poder continuar, ou também é necessário parar pra poder descobrir novos caminhos, se esse que você escolheu já não anda te levando a lugar algum. 




segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Eu não tenho mais tempo

Pequeno me sentia, fraco estava. Eu era uma criança aventureira e tinha a vida como uma grande montanha russa, mesmo que sempre vivendo nas partes mais baixas e doloridas dela. Eu Tinha em uma bicicleta a única razão de liberdade e vontade de viver. Saía pelas ruas do bairro lá pelo fim da tarde e as explorava como um grande oceano. Olhava as estrelas e perseguia as maiores. Ali naquele momento não havia dor e nem medo por mais que eu poderia apanhar caso minha mãe viesse a descobrir que eu estava longe da rua da minha vó (onde eu falava que estava). Naquele momento eu era apenas um grande capitão que apenas pedalava, eu mandava e desmandava. Não havia baú a descobrir, só tinha sonhos e um desejo enorme de liberdade e vontade de viver. 

O tempo foi passando e o grande capitão aqui cresceu. Eu já não tenho mais a bicicleta que me acompanhava, e minha vó já não vive mais. Acabei de descobrir que devo continuar a navegar por outros lugares, por mais que me doa recordar dos últimos que já passei. Eu sei que devo seguir. Mesmo que as vezes eu me senta perdido e sozinho em meio a imensidão de tudo, não posso parar, não agora.


Me desculpe, mas eu não tenho mais tempo. Cansei de esperar, as coisas não se resolvem sozinhas. Há muito tempo estive caminhando ou navegando por linhas (mares ou estradas) errôneas que não me ligava  a lugar algum, mas agora começo à as recriar e já posso sentir a mudança com isso. Mais uma vez eu repito que não tenho mais tempo. Aquele menino, o pequeno capitão está aqui batendo na porta e cobrando todas as promessas e lições que ficaram perdidas. 

Eu quero resgatar novamente aquele menino que saía pedalando por aí (talvez eu até compre uma bicicleta), quero voltar a ter controle sobre mim, não que eu não tenha, mas ainda não é o suficiente. Quero aproveitar o tempo que talvez eu não tenha mais. Quero ser mais forte, honesto comigo mesmo. Quero sonhar e poder cumprir. Quero poder alcançar a maior estrela ou ser a maior estrela. Quero deixar o medo, quero deixar as lembranças ruins, quero me amar. Quem foi que disse que querer não é poder? Eu só quero deixar claro que se eu quero, eu posso. E que se eu quero eu vou fazer.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Idas e Vindas



Há um pouco mais de um ano eu estava em sua antiga sacada e olhava a cidade pelo 34º andar, era um dos pontos mais altos e um dos melhores lugares que eu já havia ido até então. Já não estávamos tão bem quanto ao começo, mas ainda sim havia uma cumplicidade e conseguíamos conversar sem brigas ou qualquer tipo de agressão. Olha só, a gente conversava. Eu confuso como sempre, já não sabia se seguia meus sonhos ou uma vida comum como a sociedade manda. Confesso que até hoje eu não sei bem o que fazer, pareço estar sempre confuso, bem confuso por sinal. Mas lembro de você chegar na sacada daquele jeito manso, e me fazer várias perguntas. Falou inclusive dos seus sonhos e a vontade de rodar o mundo, uma vontade que sempre combinou com o seu jeito desapegado de ser. 

Você me perguntava sobre o porquê de tanta dúvida se eu já sabia qual era a resposta, falava sobre a mudança do meu semblante ao relembrar de todos os shows e apresentações que eu já havia feito. Resmungou quando eu falei que tinha medo. "- medo de quê?" você disse. Até hoje eu não sei a resposta, mas sigo tendo medo. Medo de me decepcionar, doí muito sabia?

Depois dessa conversa muita coisa aconteceu, criei coragem e voltei a estudar um pouco de música, passei no teste de um musical, fiz shows e festivais. Tudo que eu podia fazer eu fazia e sempre que você podia estava lá. Eu consegui colocar na sua cabeça que sair do aluguel era a melhor opção. Olhamos várias outras sacadas até você achar a 19°. A vida nos pregou tantas peças que eu poderia muito bem voltar ao teatro, e dramatizar tudo o que nos aconteceu. Hoje não estamos mais juntos e tão pouco conversamos. 

O real sentido desse texto não é fazer lembrar de tudo, mas sim entender que existem pessoas que entram em nossas vidas por vários propósitos e podem sair por nenhum também. Talvez, ou e por talvez a sua entrada e claro a sua saída da minha vida, foi pra me fazer pensar e sempre lembrar que nunca vale a pena desistir, principalmente quando se trata de sonhos. E também pra entender que o amor nem sempre vai vencer a guerra.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Você está bem?

Estar bem deveria ser lei! como é bom acordar se sentindo a melhor pessoa do mundo. Como é bom acordar sem dor ou tristezas por aquele amor, planos e sonhos que não deram certo. Como é bom acordar dando bom dia para os móveis e tudo o que tiver pela frente. Independente de qualquer problema o bom é sempre acordar. Sabemos que a vida é feita de altos e baixos. Problemas? Sempre vamos ter, mas pense pelo lado positivo, são esses problemas que nos movem, que nos ensinam e consequentemente nos fazem melhores.



Qual foi a última vez que você se sentiu bem? Ou se você estiver bem (Assim como eu haha chupa essa trouxa, tá eu sou trouxa também ¬¬) o que tem feito pra ficar bem? Seja sincero comigo e consigo mesmo, pois mentir não vai te fazer melhor, só piora as coisas. Então esse é um texto bem curtinho só pra fazer você parar pra pensar um pouco sobre isso. Tenha uma ótima semana :)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Ninguém disse que seria fácil



Você olha pra mim com um olhar de cão abandonado, diz que sentiu saudade e que não pode driblar o destino. Olho pra você com aquela cara de quem sempre sonhou em ouvir isso e sorrio. Você me beija e diz que dessa vez vai ser diferente. Sem brigas, sem discussões. Apenas amor.

02:20 da manhã e acordo assustado. Mais uma vez a sua ausência me atormenta e se já não bastasse pensar em você durante o dia, agora vem em sonhos a noite. A dor da saudade já é maior que a terrível dor de dente que me acompanha há semanas. Fiquei sabendo que você tá bem e que já tem até um garoto novo. Não sei se invejo o garoto por te ter ou se invejo a sua maestria em se desapegar. O relógio já marca 02:50 e o sono parece não querer voltar. Começo a imaginar uma linha do tempo e a pensar em tudo o que aconteceu até duas ou três semanas atrás,  lembrei que eu já havia dito vários adeus depois de varias discussões. Lembro também da sua incrível mania de me chamar  de chato ou bobo, mania que me fazia render e esquecer tudo o que me dava raiva. 



O Facebook tem grande culpa nisso tudo. Ele tem me lembrado de vários momentos e datas que estivemos juntos, de dias que eu estava bem feliz e alguns nem tanto. Me lembra também das fracassadas indiretas, pois você era a pessoa mais distraída desse mundo. Finalmente um sorriso em meio a saudade, mas a dor de dente e a saudade anda me impedindo de sorrir. Ninguém me disse que seria fácil, mas nunca achei que seria tão difícil assim. Pego o travesseiro e deito imaginando estar em seu colo e por fim o sono chega pra me lembrar que tenho menos de três horas pra dormir, e quem sabe, sonhar com você e me sentir feliz mais uma vez.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Qual é o Preço que Você Está Disposto a Pagar?

Você pode ler ouvindo: HAIM - Falling

O que te move? o que te faz feliz? Essas são duas perguntas que qualquer marca de margarina, supermercado, carro ou de refrigerante já devem ter usado para algum comercial. Mas o mais importante agora é ressaltar a importância dessas duas perguntas e claro suas respostas.

Eu sempre fui um menino meio voado, desastrado e ansioso. Se você que está lendo me conhece , certamente vai concordar ou vai adicionar alguns adjetivos também. Mas além dessas três que eu citei, tem uma que é minha marca registrada SONHADOR. Sim. Sempre fui muito sonhador, sempre imaginei fazer da minha vida o mesmo que eu montava em brincadeiras ou sonhos. A música, claro, é minha engrenagem principal, é o combustível que me alimenta. Minha mãe sempre me conta histórias confusas sobre eu com 4 anos de idade estar no alto de um pé de goiaba cantando feito passarinho. Tudo bem que eu era um moleque bem hiperativo, mas com 4 anos eu nem sabia ler direito e claro não sabia o que eu queria da vida, mas a música estava ali, sempre presente. Com o passar dos anos eu fui crescendo e a vontade de cantar também foi. Você deve imaginar que eu cantava em apresentações escolares ou pra galera da classe, mas não, eu era muito tímido e acabava guardando esse sonho todo pra mim. Tanto que hoje muitos me falam - Eu não sabia que você cantava. Pois é talvez nem eu sabia que podia cantar, mas o medo qual eu tinha pelo o que os outros poderiam dizer, sempre era maior do que a vontade de ir pra frente da galera e cantar. Foi nesse período também que comecei a escrever minhas músicas. Falava de amor e eu nem sabia o que era amor. Não que hoje eu saiba, mas com 13-14 anos sabia menos ainda.


Hoje eu me sinto mais maduro, mais confiante ao falar sobre meus sonhos, planos e claro, sobre o que realmente me faz feliz. Tem felicidade maior do que acordar de manhã super empolgado com o que você tem pra fazer? Saber que está juntando pessoas que não tem nada em comum exceto um sonho. Saber que eu estou fazendo o melhor que eu posso! O que me move é a vontade de fazer a diferença. Seja naquela pessoa que ouve uma música ou lê um texto meu. Tudo que eu faço hoje é tentando fazer a diferença por menor que ela seja. Se você hoje está pensando se segue a carreira de advogado que seu pai escolheu pra você ou se faz filosofia, o que eu tenho pra falar é que infelizmente seu pai não vai pagar o preço pela escolha mal sucedida. Ele pode pagar o valor material seja do curso ou seus gastos, mas o arrependimento lá na frente, quem irá pagar é você. Sei que é muito fácil chegar aqui e falar: "siga seus sonhos, corra, vá atrás" Claro que nem todos tem condições de largar tudo e viver um sonho. Muitos tem família pra cuidar, conta pra pagar e claro uma sociedade inteira no seu pé pra cobrar. Mas qual é o preço que você está disposto a pagar por adiar? 

E quer saber? Eu posso não conseguir o que eu quero, mas nunca, nunca mesmo, poderão falar que eu não fui atrás. Ainda sou aquele menino doido, que fazia de tudo, mas fazia. Desistir? Jamais! Quero ser lembrado por tentar e quem sabe um dia poder falar: - Eu consegui.