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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A dor de uma decepção

Você pode ler escutando Fifth Harmony - No Way

Decepção, um sentimento de tristeza, descontentamento ou frustração pela a ocorrência de fato inesperado que representa um mal; desilusão, desapontamento. Isso tudo o que você acabou de ler é o que qualquer dicionário poderia definir sobre decepção, mas o que nenhum vai te falar, é o que você pode aprender com ela. 

Todos nós nos decepcionamos ao longo da vida. Quando somos crianças a decepção vem em forma de coisas simples (claro que apenas para algumas) como a de um doce negado, o tempo que o pai ou a mãe não teve em ir ao parque ou o videogame que não conseguiu ganhar e por aí vai até que se chegam as verdadeiras decepções.

As verdadeiras decepções são aquelas que te fazem aprender com elas. Esse sentimento surge depois de uma quebra de expectativa, sim acredite, as expectativas estão aí por toda parte e as criamos e nos prendemos a elas como se fossem últimas esperanças e com a certeza de que é certo e definitivo. As piores frustrações e os maiores aprendizados vem a partir da relação entre pessoas. Seja um amor que não deu certo, ou a amizade que era pra ser pra sempre mas veio com prazo de validade e você nem viu.

Decepções estão por aí em toda parte, não adianta fugir e nem queira correr delas. Se decepcionar será o melhor aprendizado que você poderá ter. Claro que viver sem essas frustrações seria maravilhoso, mas esqueça esse medo e se permita. Se não foi, não era pra ser, então já era, supere esse medo de se decepcionar. Sinta a dor, pois ela vai te ensinar bastante.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Mente vazia oficina da Bad

Você pode ler ouvindo: Grouplove - No Drama Queen

Pra você que não conhece o termo BAD, calma, eu explico: É quando bate aquela depressão sabe? Uma angustia ou saudade de algo, enfim qualquer coisa que te deixa triste ou meio cabisbaixo. Todo mundo tem isso as vezes, a não ser (o que eu duvido muito) que você seja uma pessoa selecionada a dedo pela força da natureza, Deus, Buda sei lá o que for para não se sentir assim. 

Sim, até os fortes caem! E como caem. 

Eu mesmo caio muito nisso, ás vezes pela saudade de alguém que a vida tratou de deixar pra trás ou pela frustração de algo que eu possa estar tentando ou criando algum tipo de expectativa e que por algum motivo não está dando certo, ou até mesmo por pensar demais na vida ou em algo que eu nem deveria me preocupar por agora. Super concordo com aquele ditado que diz "mente vazia é oficina do diabo" o diabo nesse caso seria a Bad, porque ela sempre vai surgir no momento em que você menos espera nos "ou" da vida e claro, naquele fim de tarde no domingo.

E você me pergunta: Ah como faz pra manter ela a BAD longe de mim? Meu caro e minha cara se eu tivesse a resposta ou a receita que cura, eu estaria feito! Não existe uma solução ou algo que evite, tem meios que pode ajudar a evitar. 

Eu há um tempo atrás levava uma relação bem conturbada com uma pessoa que eu gostava, mas que na verdade ela não gostava de mim. Então me vi obrigado a colocar um fim nisso tudo enquanto eu estava bem. Agora o foda está aí, você pensa que está bem, que está levando numa boa, mas tem hora amigo que você cai! Você chora! BEBE E MANDA MENSAGEM QUE NÃO DEVIA ou seja a  BAD bateu na sua porta e você abriu. Então o que eu fiz pra evitar? Eu simplesmente mudei o foco. Fui pra academia, foquei mais no trabalho, nos amigos, família e por aí vai. Eu comecei a evitar tudo o que pudesse me fazer cair. A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional by Isabela Freitas.

Então é isso, tente evitar o que pode te deixar na Bad, troque o foco, a atenção. Garanto que sua vida vai melhorar ó 70% (já tá bom né nom?). Espero que tenha gostado do texto, e que tenha te ajudado. Um beijo desse aspirante a escritor aqui!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Sorrindo entre lágrimas

Sorrir hoje é uma grande conquista. É como estampar um troféu na cara e poder gritar aos quatro cantos que eu consegui, eu venci. Nunca imaginei chegar até aqui depois de todas as pedras que foram lançadas, tacadas um ao outro e grande parte absorvidas por mim. 

O pior de tudo isso não é ter que acreditar que tudo está bem ou que tudo mudou, mas sim lidar com todas as memórias e cicatrizes causadas por essas pedras. Talvez seja por isso o sorriso entre lágrimas, sorrir por saber que acabou e chorar ao lembrar que tudo isso aconteceu. 

Ontem me peguei pensando em você, isso não é novidade, eu sei, mas diferente de todas as outras vezes que lembrei, consegui driblar a ansiedade e a vontade de mandar uma mensagem e te fazer lembrar também. Eu estava na grande biblioteca central, lugar onde passávamos horas e horas conversando e imaginando interpretações diferentes para  todos os livros de casos policiais que existiam ali. Eu louco por Sherlock Holmes e você sempre apaixonado pela à Agatha Christie criávamos casos e casos e tentávamos resolver. Lembra de quando tentamos descobrir quem estava roubando os livros de receita no corredor três? Até hoje acho que era a tia da limpeza, ela não me engana com aqueles bolos perfeitos de chocolate e mel.

Eu passo horas estudando  maneiras pra entender (você) as pessoas, e como (você) conseguem esquecer  rápido as coisas. Um estudo de caso dos mistérios que as cercam, das vontades que ninguém espera e da esperança de um dia ter (você) alguém. Que confuso, devo parar por aqui. Já são 19:00 horas e estou conversando sozinho, mal acabei de beber esse vinho e já estou no terceiro capitulo desse livro e se me perguntarem o que ele fala eu diria (sobre você) não sei.

A saudade é um peso grande pra carregar, as vezes penso que não vale a pena sair andando com ela por aí, mas ela tem vida própria aparece quando bem entende ou em todo lugar que estou. As vezes ela vem pra me fazer sorrir, mesmo que seja um sorriso breve de canto, outras vezes vem pra me fazer chorar e lembrar que na verdade eu não estou bem. E assim tento seguir sobrevivendo e aprendendo que até mesmo sorrindo entre lágrimas eu te guardo aqui.