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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Queria sentir menos

Você pode ler ouvindo Dua Lipa - Be The One 

Como será que vivem aquelas pessoas que conseguem estar e conviver com o meio termo. Devem estar bem, claro, porque isso é uma dádiva, sério. Eu como não tenho esse dom, tenho que me permitir a conviver com o limite ou o extremo, 8 ou 80 ou qualquer nome que você preferir chamar.

Se eu estou com fome estou com muita fome, se estou com sono eu estou morrendo de sono, e se eu estou gostando de alguém, bem, minha vida vira uma catástrofe. Sempre fui bem intenso em tudo que eu me propus ou proponho a fazer. Por um lado é legal porque quem convive sabe que pessoas assim como eu são bem verdadeiras com nossos sentimentos, então falsidade não entra. 
Mas eu confesso que queria sentir menos, ou no mínimo conseguir estar ali no meio termo. Sentir menos me faria menos impulsivo e quem  sabe menos ansioso ( repeti menos de mais). Mas cada um tem que aprender a conviver com seus demônios.

Seja menos ou mais o legal é realmente sentir. Que triste seria se manter neutro sem qualquer tipo de emoção. Rir, chorar, ter medo, dor, morrer de felicidade ou sentir a saudade, o bom é sempre sentir. 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Correr atrás das pessoas

Quem nunca correu atrás de alguém? Seja ele um amigo ou um crush, correr atrás das pessoas não é nada legal, ainda mais quando só você faz isso.

Eu era muito trouxa, muito trouxa mesmo e não é à toa que hoje eu tenho um blog pra dividir todas essas trouxidões da vida com vocês. Mas voltando ao assunto, o que eu tenho de desapegado hoje não supera em nada o nível de apego que eu tinha antes. Há alguns anos eu corria atrás das pessoas implorando o mínimo que fosse de atenção. Fazia por elas o que ninguém fazia por mim.

Imagina que chato só você ser o cara que liga e que procura aquela pessoa que parece não estar nem aí pra você. Eu nem culpo essa pessoa que vive dando o fora, pois talvez se ela sumiu é porque não está mais afim ou já encontrou novas pessoas e por aí vai. Ninguém nesse mundo é insubstituível, memórias podem até não ser, mas pessoas sim são. Eu ainda sou meio trouxa as vezes, vou atrás uma ou duas vezes, mas também  depois tchau (segura a marimba).

Hoje parece estar na moda ser o desapegado, ser o cara que não está nem aí, mas eu não me orgulho disso. Se eu sou desapegado hoje é porque ontem eu me apeguei demais.